Mulheres e negócios aos mais atrevidos

As melhores mulheres pertencem aos homens mais atrevidos
mulher 1Mulheres são como maçãs em árvores.
As melhores estão no topo.
Os homens não querem alcançar essas boas,
porque eles têm medo de cair e se machucar.Preferem pegar as maçãs podres
que ficam no chão,
que não são boas como as do topo,…
mas são fáceis de se conseguir.

Assim, as maçãs no topo
pensam que algo está errado com elas,
quando na verdade,
Eles estão errados…
Elas têm que esperar
um pouco mais para
o homem certo chegar…
aquele que é valente o bastante
para escalar até o topo da árvore.

Machado de Assis

A hora e a vez dos que trabalham

As ‘melhores’ mulheres estão ao seu lado, perto, distante, logo ali ou logo aqui. Para os empreendedores as melhores oportunidades de negócios também! Combinando com o ‘velho’ Machado de Assis, as grandes oportunidades estão próximas para quem tem coragem, conhecimento e desejo, fundamentos necessários na lutar para alcançá-los. Assim, meu amigo, deixa a preguiça de lado e mãos à obra. Ou pela mulher que você merece, ou pelo negócio que você deseja. Ou vice e versa. Tanto faz.

Nos dias de hoje, com taxas de juros elevadas, a preguiça vota a bater a porta dos empreendedores. Dá mais grana ficar em casa do que investir em negócios. Neste mulher5marasmo, os que ganham são os banqueiros e os investidores. A vez dos que trabalham, que constroem a verdadeira riqueza do país, fica pra depois. Como sempre. E isto é fato, entra governo e sai governo. Trabalho dá trabalho. Renda dá muito mais renda e sem trabalho.

Com uma pequena retração nos negócios, pelo menos na maioria dos mercados, tem levado muitos empreendedores a buscar outros mercados para investir e para apostar sua capacidade transformadora. Se depender do esforço do governo, que só quer contar o número de vagas geradas de emprego, ficaremos a ver navios. O governo prefere dar dinheiro para os banqueiros do que apostar na produção. Mas, interessante, é que os mercados não encolhem, apenas adormecem e diminuem em determinados momentos.

A população que cresce a cada dia e o desejo de consumo aumenta, mas não aumenta o dinheiro em circulação. Sem muito dinheiro no mercado, a busca pelo rico dinheiro é responsável pelo crescimento e acirramento da concorrência. Há cada vez mais gente disputando o mesmo espaço, o mesmo cliente, o mesmo resultado de sempre.

A quantidade de grana em circulação no país é mais ou menos a mesma de sempre, dizem os economistas. Dinheiro não cresce em árvore. Ele apenas sai de um bolso para outro. DO nosso para o dos banqueiros. Ou, as vezes, do bolso da direita par ao bolso da esquerda da mesma calça. A deles. E com apoio integral do governo. E o resultado para os empreendedores é mais gente no mesmo espaço, com menos dinheiro e com mais opções.

mulher 2Dentro desta perspectivas surgem alguns tipos clássicos de empreendedores, diz Carlos Sider, engenheiro químico e administrador de empresa, no site konzept.com.br:

1) a turma do “isso passa” – acostumada a viver num Brasil de políticas econômicas vai-e-vem, de planos econômicos avassaladores, essa turma até que se defende e tem seu valor quanto não sai dizendo que vem tempestade ao sinal de qualquer ventinho. Mas o “isso passa” tem demorado, não? E pior, se pensarmos nos porquês do mercado estar como está, pode ser que essa turma morra esperando;

2) a turma do “bye, bye, Brazil” – turma difícil de ser visualizada, pois já mudou para os Estados Unidos, para a Austrália, para o Canadá, para sei lá onde. Engenheiros, médicos, dentistas, comerciantes e industriais que hoje entregam pizza, consertam telhados, dirigem vans nos aeroportos ou levam cachorros pra passear;

3) a turma do “oh vida, oh azar” – fazem da reclamação a sua forma de vida. Metem o pau no governo (até que com razão certas vezes), mas ficam só nisso. Fazem da atitude passiva e pessimista sua bandeira;

4) a turma do “acho que agora vai” – verdadeiros garimpeiros de qualquer coisa que possa ser uma boa notícia econômica. Nas rodinhas deles só se ouve que “parece que agora o governo vai liberar isso, vai taxar aquilo, vai incentivar aquilo outro”, num otimismo cego (e um tanto burro) que só espera o tempo melhorar. Na verdade, nada mais é do que uma passividade esperançosa;mulher3

5) e finalmente, a turma do “quer saber, vou à luta” – cansaram de esperar do governo algum milagre econômico, cansaram de esperar do patrão um aumento. Estão dispostos a comprar uma boa briga que lhes prometa virar o jogo até o apito final.

É essa última turma que merece mais atenção. Das outras turmas estamos cansados de ouvir falar. Mas essa última é a turma dos sonhadores, dos loucos, dos amantes do risco.

Lembrando Machado de Assis, há mulheres, as melhores, são poucas. E elas ficam com os atrevidos. Com os negócios é o mesmo. Poucos são os melhores. E, os melhores pertencem aos mais afoitos, corajosos e melhores. Vamos à luta, então.

Fotos: Gardenia by Gardenia – https://www.facebook.com/pages/Gardenia-by-Gardenia

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