Hoje eu queria te dar

Hoje eu queria te dar.

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Não, não quero fazer amor, obrigado. Quero uma boa e verdadeira foda. Preciso levar uma surra de sexo. Daquelas em que a gente sai dolorida, porém satisfeita. Cansada, mas leve. Estou com vontade de me perder e não mais me encontrar, de gritar sem me preocupar se estou sendo ouvida. Tudo isso para acender um cigarro de liberdade, dormir o sono do gozo, relaxar após o orgasmo.

Quero dar com vontade, abraçar o teu membro com força e calor. Aquecer teu corpo, compartilhar o suor, transgredir o óbvio, lubrificar a alma, invadir o teu senso de racionalidade. Na hora H, não há espaço para a razão. O tesão é passional.
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Preciso dar de uma forma violenta, afinal a dor e o prazer são parceiros sexuais e eu adoro participar dessa orgia de sensações. Mordidas, puxões de cabelo e até uns tapas são permitidos. Não há limites para gozar e eu quero mais, exijo a felicidade para o meu corpo.
Vou dar durante horas. Não irei abandonar a pele daquele homem, sem a garantia do meu riso de alívio, sem deixar marcas do meu néctar de prazer por toda parte, sem que ele leve daqui o meu gosto na boca. Vou dar meu amor, minha vontade, minha língua e meu sexo. Vou me entregar por inteira, pois só assim, serei eu mesma.
Vou dar aquilo que é teu, que já conquistaste, já dominaste. Me pega, me bate me xinga e me ama. Me usa, me joga, me fode. Me morde, me beija, me ganha. Não quero suavidade, preciso de intensidade. Não me venha com romantismo, estou louca é pelo fogo da carne, pela paixão na pele.
Quero dar de quatro, de pé, por baixo, por cima, de lado, sentada. Quero ser tua e quero te comer. Degustar cada parte do teu corpo, lamber cada gota do teu prazer. Quero dar, para lembrar como sou feliz e também para esquecer de como é triste a vida sem teu cheiro. Não, não quero libido sem pecado, gosto mais do proibido. E não me venha com amor consumado, transa com meias ou pudor no lugar de malícia. Entenda que minha necessidade rima com liberdade.
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Preciso me dar esse presente.
Quero te dar.
Beijo, te amo
Fotos: SwannSong’s Erotica
Fonte: Chico Garcia

O prazer feminino

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Antes de qualquer coisa, uma confissão: eu me masturbo. E não é pouco. A sua namorada se masturba, a sua mãe se masturba, a sua tia, a moça de óculos com cara de recatada que senta ao seu lado na sala de aula, aquela senhora de meia idade que cruza com você na fila do cafezinho no trabalho. Todas nós buscamos o prazer saudável e solitário que só a masturbação é capaz de nos presentear: no redtube, na literatura erótica, nos grupos eróticos no facebook ou na nossa fertilíssima imaginação – que nem sempre contempla aos homens que amamos.

Assim como vocês, nós podemos sentir prazer imaginando uma transa proibida com o vizinho casado ou com aquele ator que você insiste em dizer que “não é isso tudo”.

Dito isto, me ocorre: porque exatamente isso é uma confissão? Porque não podemos, assim como vocês, dizer numa roda de conversa que nós sentimos prazer sozinhas e que adoramos o nosso vibrador novo?

O prazer feminino ainda é um tabu. E o mais ininteligível nisto é que nós, mulheres, que somos tão absurdamente sexualizados pela mídia, pela indústria pornográfica e pelo imaginário masculino de um modo geral, não podemos assumir essa sexualização quando se trata do prazer propriamente dito.

A sexualização feminina só é socialmente aceita quando convém; sexualizar o corpo da mulher em prol do prazer masculino nunca foi uma aberração.
Quem não se lembra do caso de Luana Piovanni – e do estardalhaço desnecessário pela aparição acidental de um vibrador ao fundo de uma selfie?

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Quando ela – Luana – ou qualquer outra mulher aparece seminua numa revista masculina, não há indignação – afinal, peitos e curvas a serviço da masturbação masculina – essa sim aceita e, inclusive, incentivada – não são novidade. Mas admitir que esta mesma mulher pode sentir prazer sem o auxílio de um homem é absurdo, imoral, quase inaceitável.

É fácil admitir que a mulher pode ser sexualizada pelo homem – e aqui não estamos tratando de um sujeito específico, mas de um sistema, da lógica patriarcalista – mas é inaceitável que nós possamos usufruir, sozinhas, de nossa própria sexualidade.

O tabu da masturbação feminina vai além da hipocrisia: passa pela ideia de que nós não podemos sentir prazer sozinhas sem que isso fira de morte o ego masculino – já que o homem é dito, em todos os lugares do mundo e desde o início dos tempos, como o grande e indispensável provedor, aquele que satisfaz – em todos os sentidos – a sua fêmea.

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Desconfio que é este pensamento que nos aprisiona nesse casulo de constrangimento quando se trata de nossa própria sexualidade; que faz com que ainda haja multilação genital na África e com que mulheres precisem usar pseudônimos para escreverem contos eróticos para que não sejam importunadas por desconhecidos.

O patriarcado prefere acreditar que nós precisamos dos homens para sentirmos prazer. Sinto informar: vocês estão redondamente enganados.

Fotos: Artistic Smut
Fonte: DCM/Nathalí Macedo

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Dar ou não dar, eis a questão

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A dúvida de Hamlet:

Você tá na porta da sua casa, acabou de voltar muito bem acompanhada da balada. Vocês estão num amasso nervoso dentro do carro, você está morrendo de tesão mas ao mesmo tempo presa em seu conflito interno se chama o cara para entrar e terminar o que começaram, ou se segue os sete mandamentos de como conquistar um cara em dez passos e deixa o convite para depois do quarto encontro, porque “fazendo assim ele não vai me achar uma vadia, não é mesmo?”. Se você se identificou com a situação descrita, na boa, eu tenho pena de você. Me desculpe, mas tenho dó de quem precisa de aprovação para viver. E é por isso que me pergunto: o que aflige tanto as mulheres? Por que temos que praticamente “fingir” que não gostamos de sexo? Por que ainda é tabu a mulher dizer que adora sexo tanto quanto o homem?

Apesar da liberdade sexual que conquistamos nos últimos 50 anos com a criação da pílula anticoncepcional e a entrada feminina no mercado de trabalho, ainda vivemos sob os resquícios de uma ótica machista. Nos foi ensinado, durante séculos, que só havia dois papéis para a mulher: o da casa e o da rua. Em casa, só entrava o sexo para procriação, aquele de luz apagada e no qual a mulher é apenas um instrumento da masturbação masculina. Já a rua era o local das mulheres que dizem sim ao prazer – as tais oferecidas. Chamar a mulher liberada de puta é um vestígio desse maniqueísmo obsoleto. Os nomes mudaram, mas o tratamento para quem transa com vários caras não: o “maçaneta” dos anos 50 evoluiu para o “piranha” que atualmente virou “periguete”. Transforma-se o adjetivo, o preconceito não.

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O papel de homem e mulher no sexo sempre teve regras. Fazia parte do jogo de sedução a recusa dela e a insistência dele. Apesar de hoje essa dança de acasalamento sincronizada não fazer mais sentido, quantos manuais já foram escritos em revistas femininas ditando os 10 passos que devemos seguir religiosamente para transformar o paquera em um namoro sério? E quantos desses tem como regra número um postergar o sexo? Essas revistas tem uma visão tão equivocada e retrógrada que até a sessão destinada a tratar do assunto se chama “amor e sexo”, como se para as mulheres os dois sempre estivessem atrelados um ao outro e não pudessem existir independentes. E tudo isso em vão, já que se o cara não quiser algo mais sério com você, não vai ser o sexo logo de cara (ou a ausência dele) que vai mudar isso – a não ser é claro que ele seja um machista, mas nesse caso a gente até agradece descobrir isso para se livrar logo do mané.

Aliás, até a ciência comprova que o sexo mais ajuda a engatilhar do que a espantar um possível relacionamento. Estudiosos norte-americanos perceberam que quando transamos nosso corpo libera ocitocina, um hormônio que ajuda a criar laços emocionais com o parceiro. Ou seja, o velho conselho para você “resistir à tentação ou ele vai pular fora na manhã seguinte” é uma furada, perda de tempo.

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Então pra quê se prender a esses manuais de conduta pré-estabelecidos que tentam padronizar todos os tipos de relacionamento? Por que tantas mulheres continuam escutando-os e adiando o prazer quando poderiam tê-lo aqui e agora? E que tipo de comportamento incentivamos com isso? O de que se a mulher deu na primeira é porque não vale nada? A Charlotte de Sex and the City que me perdoe, mas ao negar nosso próprio prazer também contribuimos para reafirmar e fortalecer o estereótipo da “mulher fácil x mulher difícil”, da “mulher pra casar x mulher pra se divertir”, de que se você afirma que gosta de sexo, você não presta.

Acredito que uma boa parte das mulheres ainda não foca a atenção em si mesma. Fica mais encanada imaginando o que os outros vão pensar e vão dizer, ao invés de preocupar-se com o que ela quer para ela mesma. Mas acredito também que cada vez mais mulheres pulam essa barreira de hipocrisia que separa a mulher-de-casa x mulher-da-rua. Afinal, desejo não tem local nem hora certa para surgir. Sou dessas que, se sentir vontade, transam logo no primeiro encontro. E se você sente algum incômodo com essa afirmação, acho que na real o problema não está em mim, mas sim em você. Se toda mulher é meio Leila Diniz eu acredito na máxima da musa de que “quebro a cara toda hora, mas só me arrependo do que deixei de fazer por preconceito, problema e neurose”.

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Fotos: Tʜє ᗯɪʟᴅ Sɪᴅє
Fonte: Diário do Centro do Mundo –  DCM/Laís Montagnana

Como conquistar um homem mais velho

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Muitas mulheres se sentem atraídas por homens mais velhos. Elas dizem que eles passam maior confiança, têm uma personalidade mais desenvolvida e uma atitude madura para a vida.

Apesar disso, algumas delas sentem dificuldade em atrair esses homens. Para ajudar na conquista, o site Healthy & Beloved listou algumas dicas. Confira:

Faça amizade com ele
A atitude mais sensata é desenvolver uma amizade honesta com o homem mais velho, pretendente a namorado. Isso irá ajudar a levar o relacionamento mais lentamente, mas de forma constante e com compreensão mútua. Fica mais fácil para ambos avaliarem as intenções do outro e descobrirem a extensão de seus níveis de compatibilidade.

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Defina expectativas corretas
Mostre seus objetivos claramente desde o início da relação. Se você está namorando com a intenção de se estabelecer, deixe seu parceiro saber exatamente isso. Mas se você estiver namorando um homem mais velho apenas para passar o tempo, avise e não o deixe com esperanças.

Não seja fútil
Homens mais velhos tendem a ser mais bem sucedidos do que os mais jovens e não apreciam o comportamentos fúteis. Se esforce para que você consiga se conectar com este homem no mesmo nível emocional e intelectual. Depois disso, procure a presença de uma atração física mútua, especialmente porque a diferença de idade pode ter efeito sobre a vida sexual das pessoas.

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Tenha paciência
Homens mais velhos são muito menos impulsivo. Geralmente eles são mais reservados e não demonstram tanto os sentimentos. Esses homens simplesmente não sentem a necessidade de provar o amor de vocês em público e, portanto, descarte as cobranças sobre isso.

Seja você mesma
Prove que você não quer apenas um homem do seu lado e demonstre que você está interessada em contribuir para o relacionamento da forma como os homens mais velhos querem. Lembre-se: homens mais velhos já passaram a fase de exibicionismo e estão à procura de alguém que eles podem compartilhar a vida.

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Deixe o homem mais velho ter cuidado
Permita que ele te mime quando quiser. Isso irá fazer você se sentir cuidada e especial (que mulher não gosta disso?) e também lhe dará a chance de ver seu lado carinhoso e protetor. Ele também lhe dará a oportunidade de confiar nele em decisões maiores que virão.

Controle os hormônios
Homens mais velhos são muito mais desinibidos e sem medo de não ter um relacionamento sexual momentâneo, o que leva a experiência de intimidade de uma mulher a um nível mais profundo. Controle seus instintos primais e trabalhe o exercício de maturidade. Os homens mais velhos são mais propensos a procurar companheirismo e o sexo apresenta menos destaque em sua lista de prioridades.

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Fotos: Tʜє ᗯɪʟᴅ Sɪᴅє
Fonte: Amor & Sexo/Mulher.terra

O que os homens encontram fora de casa

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Deve ficar bem claro que ser infiel é uma decisão pessoal. Ou seja, se em algum momento seu parceiro for infiel não é culpa sua, simples assim. No entanto, estas dicas vão ajudar a evitar a infidelidade.
  • Eu me considero sortuda quando penso na quantidade de boas mulheres que conheci ao longo de minha vida. Aprendi muitas coisas com elas; neste momento quero compartilhar aquelas, que depois de uma infidelidade, descobriram que poderiam ter feito mais em casa para evitá-la.
  • 1. Seja flexível, seu marido e família são mais importantes do que a limpeza

    É um fenômeno bastante comum entre as casadas que ao se preocupar demais com a administração do lar, filhos, trabalho doméstico; organizam horários rígidos e organizam cada minuto do dia. Vivem continuamente pensando em formar a “família da foto”, onde todos estão brilhando, arrumados e perfeitos. Estes comportamentos tornam-se prejudiciais para a família e, especialmente, para os maridos quando se tornam prioridades e são inamovíveis. Os homens procuram uma parceira que ao chegar em casa queira passar tempo com eles e não lavar roupas ou passar lençóis e toalhas. É verdade que todas nós amamos uma casa limpa, confortável e arrumada, mas não vai acontecer nada se você deixar uma tarefa doméstica de lado para sair com seu marido. NÃO crie horários para o amor, a companhia, as relações íntimas, não interrompa uma boa conversa para ir correndo limpar. Não coloque seus filhos acima de seu parceiro e, acima de tudo, tire seus pais de seu relacionamento em casal.

    Não importa o que você estiver fazendo ou o plano que você tenha em mente de organizar a casa, se seu marido convidá-la para passear ou pedir para acompanhá-lo, vá com ele; caso contrário, em breve ele passará mais tempo sozinho e vai se acostumar a sair sem você, que já não será mais indispensável para ele e seus passeios e, acredite, sempre haverá outra mulher interessada nele.

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  • 2. As esposas são chatas, as amantes não

    As esposas, cuja única coisa interessante no seu dia tem a ver com o preço do feijão ou se a vizinha comprou sapatos novos, são esposas chatas. Esta é uma parte que você deve considerar em sua pessoa e verificar se você se tornou uma companhia chata e cansativa. Uma mulher, independentemente de seu estado civil, deve ter sua própria vida, você deve ler, estudar, informar-se, ter temas para conversas, aprender novas habilidades e cuidar de si mesma, pois isso a tornará irresistível; seu marido vai se orgulhar de ter uma mulher inteligente, trabalhadora, bonita e útil. A alegria, o sorriso e o bom humor são características que os homens valorizam muito em uma mulher, se você se tornar alguém que só repreende, que está sempre triste ou com raiva e raramente se atreve a fazer algo diferente, com certeza você será uma esposa sem graça.

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  • 3. As esposas acham que por terem se casado seus maridos são obrigados a amá-las

    É muito triste encontrar mulheres que acham que seus maridos nunca as deixarão, sempre estarão ao seu lado e que o amor é uma luz que nunca se apaga. Que grande erro! Para que alguém nos ame constantemente é necessário trabalhar para nutrir esse amor, não perder as coisas que nos fizeram se apaixonar por essa pessoa e nunca deixar de nos esforçar para servir e cuidar dessa pessoa. Normalmente as mulheres casadas cometem um erro por exigir flores e outros mimos que tinha durante o namoro. Não exija, ofereça. Ninguém é obrigado a ficar com você, se ficam é porque querem. Toda vez que você exige tempo, atenção ou coisas, está apenas confirmando que você não consegue as coisas sozinha, que você precisa ou depende de alguém para ser feliz. Quando você se interessar em si mesma, eu vou repetir, você vai se tornar irresistível. Pessoas que sabem estar consigo mesmas, são as mais interessantes.

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  • 4. As esposas estão constantemente envolvidas em tentar mudar seus maridos

    Algumas mulheres estão extremamente ocupadas “melhorando” seus maridos e o único que conseguem é fazê-los sentir como se não fossem bons o suficiente ou que não estão à altura das circunstâncias ou expectativas e isso acaba com eles. O desejo de melhorar deve nascer em nós mesmos e tentar mudar os outros é um ato egoísta. Você se casou com um homem, não com uma criança que você precisa terminar de criar.

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  • 5. A culpa é sempre da outra

    Ao contrário do que muitos pensam, a infidelidade nos homens tem pouco a ver com as relações íntimas ou beleza física da mulher. É comum se surpreender ao ver que “a outra mulher” ou inclusive “a segunda esposa”, geralmente não são tão graciosas como a esposa ou como aquela a quem foram infiéis; mas são mais alegres, mais relaxadas, menos rigorosas e cheias de vida. Os homens frequentemente procuram alguém para conversar, que os escute e não os julgue ou critique; que não lhes diga o que ou como fazer as coisas, que não seja controladora ou dominante. Muitas vezes descobrimos que eles valorizam e agradecem muito ao encontrar uma mulher limpa, arrumada para ele e de bom ânimo, não alguém para brigar ou discutir sobre os filhos e os gastos de casa. Então, seja prudente. Lembre-se que para discutir temas ou assuntos difíceis, você deve procurar o momento e o lugar certo.

    Vou repetir a frase do início, ser infiel é uma decisão pessoal e não é sua responsabilidade as decisões que seu parceiro toma.

    Sua responsabilidade é trabalhar em sua autoestima, seu aperfeiçoamento e naqueles defeitos de caráter ou maus hábitos que você pode ter.

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Fotos: Tʜє ᗯɪʟᴅ Sɪᴅє
Fonte: Sarah Pierina do original Lo que los hombres encuentram fuera de casa com otras mujeres.

Sua responsabilidade é trabalhar em sua autoestima, seu aperfeiçoamento e naqueles defeitos de caráter ou maus hábitos que você pode ter.