O céu que estamos perdendo

Para mostrar o verdadeiro espetáculo natural que estamos perdendo em nossas noites de luz e ‘glamour’, o fotógrafo Thierry Cohen recriou na série ‘Darkened Cities’ como seria o céu das grandes cidades do mundo se simplesmente pudéssemos apagar todas suas luzes.

Faça sua escolha, identifique cada uma e divirta-se.

 

São Paulo 23° 32’ 09’’ S 2011-06-07 lst 11:52

São Paulo 23° 33’ 22’ S 2011-06-05 lst 11:44

Rio de Janeiro 22° 58’ 38’’ S 2011-06-04 lst 15:08

Rio de Janeiro 22° 56’ 42’’ S 2011-06-04 lst 12:34

San Francisco 37° 48’ 30’’ N 2010-10-09 lst 20:58

New York 40° 42’ 16’’ N 2010-10-09 lst 3:40

Los Angeles 34° 03’ 20’’ N 2010-10-09 lst 21:50

PARIS 48° 51’ 52’’ N  2021-07-14  UTC 22:18

Tokyo 35° 41’ 36’’ N 2011-11-16 lst 23:16

Shanghai 31° 14’ 39’’ N 2012-03-19 lst 14:42

Shanghai 31° 13’ 27’’ N 2012-03-20 lst 13:57

Hong Kong 22° 17’ 22’’ N 2012-03-23 lst 16:16

Hong Kong 22° 17’ 55’’ N 2012-03-23 lst 14:54

Hong Kong 22° 16’ 38" N  2012-03-22   LST 14:00

Fonte: Jornal GGN/Tamára Baranov

 

São Paulo x Buenos Aires

Jornal GGN - Para brincar com a implicância entre Brasil e Argentina, a ilustradora Vivian Mota criou o tumblr sampaversusbuenosretrata 36 diferenças – e semelhanças – entre as duas capitais. Segundo a artista, é uma “uma batalha ilustrada entre as duas maiores cidades da América do Sul, São Paulo e Buenos Aires, influenciada pelo blog Paris vs New York
No projeto, Vivian põe lado a lado 36 ilustrações de objetos, pessoas e lugares cotidianos das duas cidades, resultando em comparações divertidas.

Veja abaixo as ilustrações - 

Jornal GGN - Para brincar com a implicância entre Brasil e Argentina, a ilustradora Vivian Mota criou o tumblr sampaversusbuenosretrata 36 diferenças – e semelhanças – entre as duas capitais. Segundo a artista, é uma “uma batalha ilustrada entre as duas maiores cidades da América do Sul, São Paulo e Buenos Aires, influenciada pelo blog Paris vs New York
.
No projeto, Vivian põe lado a lado 36 ilustrações de objetos, pessoas e lugares cotidianos das duas cidades, resultando em comparações divertidas.

Veja abaixo as ilustrações: http://jornalggn.com.br/noticia/ilustradora-mostra-diferencas-entre-sao-paulo-e-buenos-aires

FHC ia vender a Petrobrás e o BB

Para prever o futuro, basta nunca esquece de que lado as pessoas estava no passado. Aquelas, as de sempre.

Não é necessário ler as matérias, basta ler os títulos.

Diante das recentes polêmicas envolvendo o Pré-Sal e a Petrobrás nas eleições, selecionamos aqui uma sequência de  notícias a respeito da luta empreendida pelo PSDB-DEM para privatizar a Petrobrás e o petróleo brasileiro desde os anos 1990, durante o governo de Fernando Henrique, mas também após o fim daquele governo, quando esta coligação continuou criticando e atacando sistematicamente a Petrobrás e agora, o Pré-Sal.

Como foi a mobilização dos Ministros de governo e dos partidos que apoiavam o governo de Fernando Henrique (PSDB e PFL, atual DEM)  para privatizar a Petrobras:

A preparação para a privatização da Petrobrás começou no 1o mandato de FHC, quando José Serra era Ministro do Planejamento. O plano de privatização começou com o sucateamento da Petrobrás, seguido de mudanças ma legislação que o governo FHC-Serra fez para viabilizar a venda da empresa brasileira. O objetivo era privatizar todo o setor de energia e petróleo do país.

Em agosto de 2000 o governo FHC governo brasileiro realiza uma grande venda de ações da Petrobrás no Brasil e na Bolsa de Nova Iorque, onde entrega cerca de 15% do patrimônio total da empresa por pouco cerca de US$ 3,2 bilhões, sendo que 60% das ações vendidas ficaram nas mãos de estrangeiros. Este foi a segunda venda de ações da Petrobrás no governo FHC (a primeira foi em 1996, quando foram vendidas as ações da Petrobrás que eram controladas pelo governo via BNDES). A última venda de ações ocoreria em 2002, sendo que empresas (refinarias e empresas distribuidoras de gás) foram desmembradas da Petrobrás  e vendidas separadamente, como a Refap. Ao todo o governo FHC vendeu metade do patrimônio Petrobrás em apenas 8 anos. Ao fim do governo FHC, o Brasil controlava apenas 32% do total de ações da Petrobrás e cerca de 70% dos funcionários da empresa eram terceirizados.

O fim da Era FHC representou o fim da crise da Petrobrás, provocado pelo sucateamento proposital da empresa com o objetivo de privatizá-la. No Governo Lula a Petrobrás se tornou prioridade do governo, foi incluída na estratégia de crescimento e re-industrialização do Brasil e em programas como o PAC. Neste contexto é que o governo decidiu perfurar o “pré-sal” e iniciar a extração de petróleo da camada pré-sal, que no ano de 2010 atinge a produção de 100 mil barris por dia.


 

No governo Lula a Petrobrás finalmente  se recuperou da crise da “Era FHC”, mas oPSDB e o DEM (ex-PFL) continuaram lutando para privatizar a empresa. Os deputados e senadores do PSDB e do DEM criticaram constantemente a Petrobrás no Congresso Nacional e na imprensa.

Depois que a Petrobrás descobriu o Pré-Sal, o governo Lula resolveu acabar com a entreguista Lei do Petróleo de 1997, criada pelo governo FHC e propôs uma Nova Lei do Petróleo, mais moderna e que defendesse os interesses do Brasil. A coligação PSDB-DEM decidiu, então, criar uma CPI da Petrobrás para atacar o governo Lula e impedir a mudança da legislação entreguista-privatista por uma legislação mais coerente e nacionalista.

 

Fonte: conversafiada.com.br/blog Geopolítica do Petróleo

“E quem vai defender o NOSSO pré-sal ?”. O PSDB/Dem/PPS/PSB-Rede? Fala sério?

Beleza usa 115 milhões de animais

Debate ganhou força no Brasil após caso envolvendo cães da raça beagle. Só na Europa estima-se que 3 milhões de bichos morrem anualmente em testes científicos, mas ONG alerta que números podem ser ainda maiores.

Todos os anos, 115 milhões de animais são usados em pesquisa em todo o mundo. Embora não existam dados oficiais – muitos países não mantêm registros –, a estimativa foi feita pela diretora de ciências da Coligação Europeia para o Fim das Experiências em Animais, Katy Taylor, com base em modelos matemáticos.

Na União Europeia, a burocracia para pesquisa com animais é extensa e, por isso, segundo a ativista, os números refletem melhor a situação. Por ano, 12 milhões de animais – especialmente ratos e outros de pequeno porte – são usados em pesquisas na Europa.

A ONG Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais (PeTA) estima que, desse total, 3 milhões acabam mortos por ano. Mas o consultor da entidade na Alemanha, Edmund Haferbeck, estima que os registros podem não ser tão precisos e que esse total pode ser ainda maior.

O debate ganhou força no Brasil nesta semana, depois que grupos de defesa dos animais invadiram o Instituto de Pesquisa Royal e resgataram cachorros da raça beagle usados em testes. O site do instituto saiu do ar, mas a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) publicou uma nota criticando a ação dos ativistas e destacando “a importância da utilização de animais para o desenvolvimento de novos medicamentos e tratamentos para o ser humano bem como de outras espécies animais”.

Ratos estão entre os animais mais utilizados

Ratos estão entre os animais mais utilizados

A nota não especifica se os animais eram usados para a pesquisa cosmética, mas menciona a produção de “produtos farmacêuticos, produtos para a saúde, dispositivos médicos, agrotóxicos, produtos químicos e veterinários, aditivos para rações e alimentos, entre outros”. Em casos semelhantes, a legislação europeia recomenda o uso de um número mínimo de animais, e prevê um controle rígido das condições em que vivem.

Europa proibiu testes para cosméticos

A venda de cosméticos testados em animais foi proibida na Europa em março deste ano. Taylor explica que existem alternativas bastante eficazes para esse tipo de experimento, como o uso de tecido humano descartado em cirurgias plásticas. Além disso, de acordo com a pesquisadora, esse tipo de material oferece resultados muito mais precisos do que testes em animais, que têm anatomia e fisiologia distintas.

Ativistas não crêem em uma proibição a curto prazo

Ativistas não crêem em uma proibição a curto prazo

Com a nova regra, não podem ser vendidos nos países europeus cosméticos que tenham elementos testados em animais. Antes da proibição, um extenso relatório foi encomendado pela Comissão Europeia. Representantes de diferentes áreas do setor trabalharam no documento e apresentaram alternativas viáveis para suspensão dos testes com animais, passiveis de implementação em um prazo de cinco a sete anos.

Além dos testes em si, que ambientalistas rotulam como crueldade, a própria manutenção dos animais em ambiente laboratorial motiva resistências. Taylor explica que, para que os resultados possam ser aferidos, os animais permanecem em isolamento, e muitos nunca chegam a ver a luz do dia. Para ela, pesquisas psicológicas – que testam a reação de animais a diferentes situações de estresse ou privações – podem ser ainda mais prejudiciais do que testes químicos.

Apesar da proibição para uso cosméticos, a PeTA aponta que na pesquisa de medicamentos não existem alternativas. No entanto, dados publicados pelo órgão regulador de medicamentos dos Estados Unidos (FDA) dão conta que 92% de todas as drogas aprovadas em testes clínicos realizados com animais falharam em testes clínicos.

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“Mas vai levar ainda muito tempo para que sejam proibidos também os testes em pequenos animais como primatas e ainda mais tempo para que não se usem mais camundongos”, afirma Taylor.

Fonte: Jornal GGN/Ivana Ebel – Deutsche Welle

http://www.dw.de/pesquisa-usa-115-milh%C3%B5es-de-animais-por-ano-no-mundo-diz-ativista/a-17174134

Floresta Amazônica: 390 bilhões

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A Floresta Amazônica, a maior floresta tropical do mundo, tem 390 bilhões de árvores de 16 mil espécies diferentes. Esta é a conclusão do primeiro recenseamento da história sobre o “gigante verde”, que levou dez anos para ser realizado. Metade das árvores pertence a apenas 227 espécies, diz a pesquisa, que foi publicada nesta sexta-feira, 18 de outubro, na revista americana Science.
Mais de cem especialistas de 88 instituições no mundo contribuiram para a realização de 1.170 inventários, cobrindo assim o conjunto da floresta e respondendo a questões-chave sobre a diversidade amazônica.
A Bacia Amazônica, cuja superfície se aproxima do  tamanho dos Estados Unidos, assim como as dificuldades de locomoção, haviam impedido até agora o recenseamento das árvores da floresta, que se espalha pelo Brasil, Peru, Colômbia, Guiana e Suriname.
Dos 6 milhões de quilômetros quadrados de Floresta Amazônica, 60% (cerca de 3,6 milhões) estão localizados em território brasileiro.
Nigel Pitman, cientista do Field Museum de Chicago, analisa que não se tinha ideia de quais espécies estavam ameaçadas. Seu companheiro de pesquisa, Hans ter Steege, no Centro Naturalis Biodersity, da Holanda, observa que agora as espécies mais comuns da Amazônia estão identificadas e quantificadas.
As espécies mais comuns, chamadas de “hiper dominantes”, correspondem a apenas 1,4% de todas as árvores da floresta. O modelo matemático aplicado na pesquisa calcula que a Amazônia possui cerca de 6 mil espécies raras de árvores que podem ser classificadas como “em risco de extinção” pela União Internacional para Conservação da Natureza.
Fonte: RFI/Jornal GGN